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Mostrando postagens de agosto 6, 2006

O meu pé de laranja Lima

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Esse livro marcou minha infância, surgiu aquela nostalgia de tempos idos, quando peguei novamente o livrinho na estante do meu quarto. Li três capítulos em seguida e me emocionei com aquela história simples de um menino. Bem, tinha escrito um texto enorme falando sobre essa potência que é criar diante do aparente deserto, e o lindo computador apagou tudo! Então, resisto, e estou compondo outro. O deslumbramento diante da luminosidade. " Ela bebia a luz como o solo bebe a água". Pense em um desenho, o que ele é sem a dualidade luz/ sombra? Ele não existe sem esses contornos definidos. Então, encontra-se beleza não só no belo mas também no feio. Não é algo que se veja com os olhos maduros que querem só o natural. Não. É um olhar artístico, diria. Estético. Porque falar sempre do belo? Eu diria que rir é rir do absurdo humano, como ouvi, e li. Pense no Corcunda de Notre Dame, porque você o acha grotesco e ri? Sim, ele é desajeitado e terrivelmente feio, e porque você ri? A aleg...