Dentro do coração selvagem do trabalho Diante de si analisa uma jarra, uma pequena flor mostra seu caule verde por entre as águas límpidas, as cores das pétalas se confundem, e Alice some por entre a vegetação minimalista do sonho. Amava Cl arice, chegou a ler todos os seus livros, menos um: A maçã no escuro. Não sabia do que se tratava, nem ao menos procurara investigar o por que do nome. Um personagem feminino quando quer, tem suas sutilezas, e esconde inúmeras surpresas por baixo de sua aparente normalidade. Uma mulher de tantos atributos como julgava ser, deveria contar uma história extraordinária que servisse como justificativa de sua fugaz, no entanto, fantástica trajetória no planeta de seus semelhantes. Imaginara tantas vezes um título eficaz para seu primeiro livro: “ As histórias que queria contar”, trata-se de uma compilação que fizera de suas críticas a filmes que adorava ver. Para Alice os acontecimentos por menores as suas conseqüências, eram dignos de serem lembrados pa...